Parece piada, mas não é. Hackers querem tirar o Lula molusco de todas as formas da cadeia e tornar o Brasil ingovernável para tentar trazer a corruptela petista ao poder. A última foi hackear os telefones de Sérgio Moro, ex-juiz da Lava-Jato e atual ministro da Justiça de Jair Bolsonaro, de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de integrantes da força-tarefa de Curitiba. Também tiveram celulares clonados procuradores do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) no Telegram, o que colocou em polvorosas políticos de Brasília. As conversas foram divulgadas pelo site The Intercept Brasil.
Mas, o que realmente por trás disso?
Bom, a princípio, seria mostrar que o Brasil sofre um problema de governança e de incompetência, fazendo com que os eleitores acreditem que o governo “morreu antes de começar”. Lulistas estão rindo à toa, também pudera. Ao anular as sentenças de Lula, o nove dedos estaria apto a disputar a próxima eleição presidencial, dar “pitacos” em projetos de Bolsonaro e se fazer de vítima da sociedade, o que não é o caso, porque é um corrupto como outro qualquer e sacaneou o País ao distribuir o nosso dinheiro para países guiados por ditadores, como a Venezuela, Cuba, Bolívia, entre outros.
Só que tem um problema. Alguns juízes apontam que as conversas vazadas não tem nada de importante e que as decisões de Moro jamais serão anuladas pelo STF, até porque elas são substanciosas. Também é normal, juízes conversarem sobre processos em andamento, praxe muito comum entre advogados.
Bolsonaro sai chamuscado com a bomba que estourou em Brasília esta semana. Ele trouxe Moro para o governo para dar transparência em sua administração e isso agora estaria em risco.
Importante: Invadir, hackear celulares e ter acesso a dados privados é crime. O artigo 154-A do Código Penal diz que informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita”, com pena de três meses a um ano de detenção, mais multa.

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